Há as mitologias clássicas, as mitologias urbanas e, agora, as mitologias digitais - ainda em formação.
Um exemplo da mitologia digital são os chamados "agentes de IA" agindo no meio digital por autodeterminação ou seja: como lhes apetece e dá na cabeça. Acontece que programas informáticos não têm nem vontade nem apetite nem cabeça.
De facto os ditos "agentes de IA" são avatares dos seus programadores (ou da entidade que servem). São dotados de determinados princípios e com finalidades concretas - manipulação de informação, geração de conflitos, sabotagem, ...
Um "génio" da programação poderia bem criar e inserir numa rede social um programa que destruisse todos os dados a que fosse acedendo. Então seria uma espécie de Joker e Batman do meio digital. Desse modo o ciclo mitológico densificava-se.
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Quanto à cibernetização de humanos será de utilidade conhecer as teorias de Skinner, B. F. e as experiências a que deu origem (segredo de estado...).